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Do Paraíso à Superfície (Portuguese Edition)

by F. M. Mello on 2017-09-28

Ele acordou sentindo um amargo na boca; o que era estranho, pois nunca havia sentido gosto algum — viera ao Paraíso desprovido do tato, paladar e olfato. Uma vida quase artificial...
Mas o amargo foi apenas a primeira estranheza daquele dia.
Sua tela conectiva parecia não funcionar, então ele parte do 33º andar em busca de respostas.
Cabe ao leitor segui-lo nesta jornada em que nada parece fazer sentido.
Ou tudo faz sentido?

“Libertara-se da tela, do Paraíso, da vida sem sentidos, para experimentar as fobias de emoções estranhas para ele. Sentia na pele, nos poros, na dor, no odor que penetrava as narinas e, sobretudo, no amargo que arranhava a garganta, descia pela goela até o estômago e remoía as entranhas.”

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