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Um Vírus de Universo: A investigação (Portuguese Edition)

by André Malaquias de Lima on 2018-10-15

Há milhares de anos, inúmeras civilizações visitam o planeta da principal espécie contaminada pelo Multivírus MercaDeus. Na esperança de, através de seus estudos, conseguirem evitar a propagação deste mal pelos universos vizinhos, não medem esforços para preservar a quarentena memorial gluônica à qual os humanos foram sujeitos para controle deste mal. Incessantes pesquisas e experiências realizadas por essas civilizações escolhidas pelo GCD - O Grande Conselho do Desconhecido, através de seus Cientistas Transmissionários, que são em sua maioria seres híbridos DE CORPO E CONSCIÊNCIA, criados exclusivamente para a Grande Transmissão que, acredita-se, pode inverter os efeitos do Multivírus que ainda se encontra no estágio embrionário contaminando por enquanto apenas um feixe de instâncias de um universo, com epicentro atual na Humanidade 9, da Realidade M, no seu Ciclo 21, universo este que foi apelidado pelo mesmo nome do Multivírus, ou seja, como Universo Mercadeus. 
Por instantes desta existência aprisionada, alguns destes humanos aflitos passam a sofrer infiltrações intuitivas, percebendo nuances da presença das consciências híbridas transmissionárias e reagindo ao fascínio e terror que essas lhes causam, criando para aliviar isso, importantes relatos transmidiáticos que, por outro lado, podem revelar algumas das tendências artístico-documentais-científicas transmissionárias, gerando uma mutação do Multivírus que a quase tudo percebe e que pode comprometer definitivamente a Grande Transmissão. Uma Âncora Transdimensional chamada Projeto A.M.P.L.O. é encontrada entre os Noves, como chamam a Humanidade 9, por algumas das 144.000 Confrarias Transmissionárias de 12 membros, na forma de fragmídias a serem recuperadas e devolvidas ao formato original chamado EPM. A história profetizada do modo linear, que é o único jeito como a maioria desses humanos em quarentena consegue estruturar o pensamento, porém do futuro para o passado, prescisa começar a ser reescrita. Neste primeiro ciclo conhecido, os relatores transmissionários escrevem de seu modo tridimensional a Free-Dô, a Arte Antimarcial da Defesa Suprema que leva à identificação de que o melhor ataque é a defesa e de que quem ataca para mostrar forças, na verdade expõe suas fraquezas. Esta arte só é possível ser escrita sob ataque e em constante movimento, o que se torna possível durante as contínuas manifestações Multivirais do quadrante logo percebidas pelo GCD como ideais para este perigosíssimo desenvolvimento. 

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