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DOIS MUNDOS E UM INIMIGO (IN)COMUM (FICÇÃO Livro 1) (Portuguese Edition)

by LUIZ AUGUSTO RODRIGUES DA LUZ on 2017-10-24

O mundo, que a mídia criou sempre teve um efeito muito penetrante em várias castas sociais. Tínhamos medo em várias fases de nossas vidas, ora, em alguns momentos eram sem sentido, implantados em nós a fim de um determinado controle e, ora, reais de um mundo em mudanças holoblásticas. A medida que crescíamos, intensificavam e aprimoravam-se os receios, para que esse controle fosse mais efetivo. Era natural se acumularem as dúvidas e as tendências a não acreditar que, devido as condições de falta de empregos, as disputas mais acirradas pelo ingresso em uma universidade, a falta clara de interesse nos governos em transformar a nossa estada no planeta mais suave e deleitosa, e, por fim, a enxurrada de notícias que extraterrestres estariam planejando nos atacar, devido a nossa maneira deletéria de agir contra outros seres humanos nas guerras incansáveis, na teoria que nós deveríamos ser os melhores em tudo que realizássemos a todo custo, seja em qualquer campo que estivermos atuando.
Drogas sintéticas para amar mais, para correr mais, para dormirmos, para ficarmos mais focados, tudo com o intuito de nos apresentarmos de forma superior, para que escutássemos palavras que operam como um forte massageador do ego.
Implícitas situações que nos coroam com a ação sem nada pensarmos sobre o que poderia estar errado. Massas de manobras tão fáceis, que devido aos empecilhos da sociedade dita moderna, que ao conseguirmos alguns picossegundos de glória, nos achávamos os mais virtuosos e os outros, os “perdedores”, um jargão norte-americano que se imiscuiu profundamente na sociedade planetária.
Televisões com seus canais fechados e abertos, eram enfáticos em mostrar com evidências tão superficiais, que somos produto da panspermia, e que criaturas grotescas, contra a teoria do polegar opositor e telencéfalo desenvolvido, poderiam possuir uma inteligência superior à nossa. Claro, que irrompiam do nada, na internet principalmente, com PhD’s muitas vezes lotados na obscuridade, que por bitcoins alegavam que os hieróglifos e os desenhos parecidos com rupestres, eram indicativos, uma prova documental incontestável de nossa hereditariedade, ou pelo menos, da existência desses seres conosco aqui em nosso planeta. E mais, que devido a uma morfologia e origem, as teorias do polegar aqui não se aplicavam. Como eles poderiam determinar em que escala estaríamos inseridos?
Assim, a massificação se deu, enxurrada de pessoas falando, também houve filmes, a maioria deles ruins feitos em multiformes (celulares), entrevistas e os programas televisionados, já contemplados anteriormente sobre a existência dos chamados ET’s. Mas, é claro, a vida continuava, e, por mais que se falasse a esse respeito, o mundo continuava sem nenhuma interferência externa. Obviamente, muitos ficaram sensibilizados sobre a possibilidade de realmente esse conluio estar em fase de execução, mas, de forma lenta. Para outros, sendo a grande maioria esmagadora, um grande show, mas, não reality.
Manifestações religiosas, eram uma faca de dois gumes, pois, ao mesmo tempo que serviam para acalmar as pessoas dentro de uma promessa de um mundo melhor, faziam-nas desacreditar da existência de uma raça alienígena que poderiam exercer negativamente ações sobre os seres humanos.
Estávamos divididos em três pilares distintos: A crença da criação, da evolução dentro do planeta e a vida através da panspermia. Assim, era o espacejamento das pessoas sobre o globo, e que darão feedbacks diferenciados segundo seus sistemas de valores.



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